Festa do Livro

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

A mãe e eu

Decorreu no passado sábado, dia 25 de Maio, mais uma hora do conto, na nossa bibilioteca. Ouvimos uma belissima história "A mãe e eu", da escritora Maria Teresa Maia Gonazalez, com quem tivemos o prazer de conversar por videoconferência na Festa do Livro e da Leitura, que decorreu na biblioteca Municipal no mês de Abril.
Sobre a escritora Maria Teresa Maia Gonzalez
Partilhamos alguns registos deste momento durante a leitura do conto

"A mãe e eu"
 




Como a mamã estava no hospital com a mana que nasceu, vim ouvir o conto com a avó.
Na actividade, a avó ajudou-me a construir um vasinho com flores para levar para a mamã!

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Hora do Conto "O peixe Baltazar" de Manuel Jorge Marmelo e Jorge Afonso Marmelo


Mais uma Hora do Conto fantástica aconteceu na nossa Biblioteca no dia 18 deste mês.
Miguel tinha um amigo peixe que se chamava Baltazar. Certo dia e porque teve boas notas na escola, pediu mais um peixe aos pais para fazer companhia ao Baltazar que andava um pouco triste. E assim foi. Mas em vez de um peixe, era uma "peixa" e então, o Miguel que já tinha escolhido o nome para o peixe, teve que escolher outro nome e passou a chamar-se Catarina!

No princípio, parece que nada se passava entre os dois e Miguel andava intrigado e perguntava a si próprio : - será que os peixes namoram? Então passou a vigiá-los de perto... mas, nada! Só nadavam, nadavam de um lado para o outro e nem sequer davam beijinhos como fazem as pessoas quando namoram. Depois de muitos pensamentos que lhe vieram à cabeça sobre a comportamento do homem em relação ao dos peixes, achou aquilo tudo muito esquisito e até perguntou à mãe se os peixes não davam beijinhos e nao tinham filhos como as pessoas. A mãe respondeu-lhe que não davam beijinhos mas que punham ovos na água e que depois de os dois ovos se juntarem,  passado algum tempo nasciam os peixes bebés! Que estranho, pensou Miguel.

Certo dia, quando Miguel ia dar os bons dias aos seus amigos como sempre fazia, teve a experiência mais dura da sua vida. Claro que aquilo teria que acontecer mais dia menos dia até porque os peixes de aquário são muito frágeis e basta uma pequena alteração na temperatura da água para que isto aconteça. Na água do aquário e a boiar de olhos esbugalhados, estavam mortos, Baltazar e Catarina! Miguel ficou a olhar para eles tempo sem fim,com os olhos turvos das lágrimas que lhe surgiam. Realmente foi um pouco cedo, mas aconteceu. Nem sequer namoraram, pensava ele.

Mas, quando Miguel olhava bem na água do aquário a tentar perceber porque teriam morrido tão cedo e viu bem escondidinhos lá no fundo, os ovos que os dois deixaram prontinhos... um sorriso voltou a aparecer nos seus lábios e percebeu finalmente, que devemos sempre encarar a morte como um acontecimento tão natural como a vida!






 Ah... mas não sabem da melhor: os peixes bebés eram tantos e tantos, que o Miguel não tinha onde os pôr e resolveu telefonar para a nossa biblioteca a pedir para tomarmos conta de alguns  peixinhos bebés. E assim foi: a biblioteca construiu muitos aquários que todos os meninos presentes pintaram e enfeitaram e, por fim, escolheram três peixinhos cada um,  para viverem no seu aquário!













quarta-feira, 22 de maio de 2013

TERTÚLIA AO SERÃO

No dia 17 deste mês houve mais uma sessão de "Tertúlia ao Serão" na nossa Biblioteca. Mais uma vez e como não podia deixar de ser, a sessão esteve muito animada pois contámos duas histórias bem reais da nossa terra : "A miquinha do tio Emílio" e "Do campo à cidade" ambas da autoria de Diamantino Vale Costa (in), "Histórias singelas do Alto Minho".

Com o 1º conto, o tio Emílio mostrou-nos que com muita força de vontade e sacrifício, é possível concretizar os nossos sonhos! Claro que a sua cabrinha "Guiné", também lhe deu uma ajuda, tanto na história como na música que todos cantamos no fim " olha a chibinha , méé... méé...   méé... !"

 Com o 2º conto,  certamente que os presentes reviveram tempos do passado ou até uma ou outra experiência de vida mais penosa. E como recordar é viver, notou-se por vezes algum brilhozinho nos olhos de  alguns dos presentes! Tempos difíceis aqueles das viagens sem fim e da emigração à procura de melhores condições de trabalho e de uma vida melhor deixando tudo e todos que amamos para trás! Mas no meio de tudo isto também havia momentos de alguma alegria, nem que fosse para esquecer por uns momentos os amigos e a terra deixada.

Como tudo tem um fim e as saudades são muitas, depois de se amealhar algum dinheiro,  a viagem de regresso à terra natal é 'quase sempre' obrigatória e tudo de novo se recompõe!
Finalmente, volta a alegria e todos juntos cantam cantigas da terra, cantigas do Minho!






terça-feira, 21 de maio de 2013

Aniversário - Chá com Letras


O 4º aniversário da Comunidade de Leitores da nossa biblioteca foi festejado no dia 16 de Maio e enriquecido por Esperanza Vázquez, professora no Centro de Educação Infantil e Primária de Sobrada, Tomiño(Galiza), que nos convidou a tomar um "Chá com Rosalía", apresentando assim o livro "Rosalía", uma biografia escrita por Helena Villar Janeiro, numa edição da Fundación Rosalía de Castro. Sendo uma obra editada com o objectivo de dar a conhecer a poetisa Rosalía de Castro aos mais jovens, foi o ponto de partida para conhecer aspectos da vida da poetisa que viveu apaixonada pela sua terra, a Galiza, cujas paisagens e cantares que ouviu desde a infância a ajudaram a tornar-se poeta.
No célebre dia 17 de Maio de 1863 foi publicado o seu primeiro livro "Cantares Gallegos", um marco para a língua e a literatura galega, numa época em que a língua galega estava extinta enquanto língua escrita. A celebração do Dia das Letras Galegas no dia 17 de Maio é assim uma forma de recordar a importância deste livro e homenagiar a sua autora.

"Cantarre hei, Galicia,
teus dulces cantares,
que así mo pediron
na beira do mare.

Cantate hei, Galicia,
na lengua gallega,
consolo dos males,
alivio das penas.

Mimosa, soave,
sentida, queixosa,
encanta si ríe,
conmove si chora..."

Rosalía de Castro, in "Rosalía" de Helena Villar Janeiro 




Obrigada Esperanza Vázquez por este "Te con Rosalía", pleno de poesia, regando assim as sementes para viver e descobrir  as vozes dos poetas. Ficou a vontade de descobrir mais sobre a vida apaixonante de Rosalía de Castro e a dimensão histórica, cultural e intelectual da sua obra.
Fundacíon Rosalía de Castro
Fotografias de José Ferreira

Comemorações das Letras Galegas - 17 de Maio - "Lagarta Borboleta"

No dia 14 de Maio, no âmbito das comemorações das Letras Galegas - 17 de Maio - "Lagarta Borboleta", espectáculo concebido pelas Comédias do Minho e interpretado pela equipa da Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira, voltou a aparecer e desta vez em Espanha na Galiza na Escola de Sobrada - Tomiño, com grande força!

Sala cheia para ver e ouvir estórias estranhas com personagens bizarras através de uma combinação perfeita entre seres que se confundem entre o humano e o animal.

No final do espectáculo e como não podia deixar de ser, todas as crianças experimentaram alguns dos personagens que fizeram parte do mesmo. Como podem observar pelas fotos, gostaram desta experiência e de certeza que a partir de agora, verão o teatro de uma forma diferente.

Este momento foi fruto do intercâmbio de actividades de promoção da leitura que se têm realizado entre a  Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira e Esperanza Vázquez, professora e contadora de histórias da Biblioteca do Centro de Educação Infantil e Primária de Sobrada, Tomiño - Galiza

Obrigado a todos pela presença e desde aqui, vai um especial agradecimento à professora Esperança Vasquez, que tão bem nos recebeu na sua Escola!
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sexta-feira, 17 de maio de 2013

Hora do Conto - “Lulu ou a hora do lobo"



 “Lulu ou a hora do lobo" de João Pedro Mésseder








 No sábado passado, a nossa Hora do Conto incidiu  sobre uma magnifica obra de João Pedro Mésseder, intitulada "Lulu ou a hora do lobo".
Lulu, um pequeno lobo, anda apavorado com os meninos que vivem debaixo da sua cama. Metem-lhe mesmo muito medo.E os meninos, será que também tinham medo do lobo? 
A partir do imaginário tradicional, em particular do estereótipo do lobo, este álbum, magnificamente ilustrado, apresenta uma solução inteligente para um problema que frequentemente assalta os mais novos: o dos «monstros» que habitam debaixo das suas camas.
Se ainda não conheces esta bela história, procura este livro na biblioteca.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Hora do Conto - "Quero a minha fralda"

No sábado passado, na nossa Hora do Conto descobrimos a Coelhinha Bolota na história "Quero a minha fralda" de Amber Stewart.


A Coelhinha Bolota está cada vez mais crescida, e já consegue fazer muitas coisas sozinha, no entanto, há um pequeno problema: não se quer separar da sua fralda... Será que ela consegue libertar-se da fraldinha que a  acompanha ao longo do seu crescimento? E nós, também temos algumas coisas que nos custa deixar à medida que vamos crescendo? Foi o que estivemos a descobrir!
Se ainda não conheces esta bela história, procura este livro na biblioteca!