Festa do Livro

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terça-feira, 5 de junho de 2018

Hora do conto em família!

"Onde meto o meu nariz?", de  Conceição Areias com três poemas: "Poema dos dentes lavados",  "Poema da alimentação" e " Poema do nariz asseado", onde é ensinado às crianças como gostar de manter uma higiene e uma alimentação saudáveis com belas rimas, foi o livro escolhido para a esta sessão de Hora do Conto de sábado, dia dois de Junho.
Musicadas as letras dos três poemas, foi a vez de cantá-los em conjunto.
Seguidamente e para finalizar a sessão, pedimos a cada uma das crianças que desenhassem e pintassem um desenho de cada um dos três poemas lidos.
Mais uma vez, a biblioteca agradece a presença e a participação de todos e fica a aguardá-los para a próxima sessão.










terça-feira, 29 de maio de 2018

Hora do conto em família "Numa noite muito escura"

No sábado dia 26 de maio, decorreu na nossa biblioteca mais uma hora do conto intitulada "Numa noite muito escura" escrita por Simon Prescott.

Numa noite muito escura
andava um ratinho a passear
andou, andou, andou
Onde será que foi parar!?

 




sexta-feira, 25 de maio de 2018

Tertúlia ao Serão - "A Primavera "

Hoje pela tarde, 24 de maio, tivemos o prazer de receber mais uma vez no auditório da nossa biblioteca, alguns dos mais sábios e experientes idosos do nosso concelho, para mais uma tertúlia ao serão.

A Primavera, que  acontece todos os anos no hemisfério norte no equinócio de 20 de Março, foi o tema escolhido para esta sessão.
Começámos por ver na tela uma sessão de lindas e coloridas flores de Primavera e de seguida, falámos da lenda da prímula ou da Primavera.

Depois, não só falámos da tradição dos seus festejos e rituais de origem celta, ligados à renovação e ao rito da fertilidade da natureza e ao início de um novo ano agrícola com novas colheitas que marca o início da primavera e o fim do inverno, uma estação do ano sempre associada ao mau tempo ao desconforto e escassez de comida, como também abordámos o tema de como mais tarde e mais uma vez é atribuído a este ritual pagão um pouco de carácter religioso promovendo a sua ligação à festa da Santa Cruz ou ao Corpo de Deus, justificando assim com a "Maia", a passagem histórica cristã da perseguição de Herodes à família sagrada. Quando da sua fuga para o Egipto, quando eles pernoitaram numa certa aldeia, para que a casa do Menino Jesus não fosse identificada no meio de tantas, os seus habitantes colocaram um ramo de giestas em todas as portas confundindo assim os seus soldados.

Seguidamente, vimos belos vídeos musicados da Primavera, nos quais se destaca a brutal força e renovação da natureza demonstrada pela explosão de vida e cores nesta nova estação do ano.
Para animar esta tertúlia com discursos directos lembrando histórias dos velhos tempos, lemos "As andorinhas voltaram" de Diamantino Vale Costa e "O tanque de lavar" in "Pedaços de memória" de Maria José Areal.
Para terminar em grande como sempre, cantámos músicas de embalar, encantar e colorir.

Obrigado a todos pela vossa presença e participação e até à próxima sessão!












"Criptografia: a ciência das mensagens secretas" por Paula Almeida

Uma Palestra apresentada nos dia 23 de maio, pelo Professor Paulo Almeida, da Universidade de Aveiro, no âmbito do projeto de promoção da leitura LER Ciência, promovido em parceria com o Departamento de Ciências do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Cerveira, este ano na sua oitava edição.

"Desde que foi inventada a escrita que se tentou enviar mensagens secretas, seja por motivos militares, políticos ou mesmo pessoais. Actualmente, a maioria das comunicações eletrónicas, nomeadamente, no Facebook, Whatsapp, transações bancárias e nos e-mails, é feita de forma secreta utilizando cifras. Júlio César comunicava com os seus generais através de uma cifra muito simples, mas que passava despercebida pelos seus adversários. Durante a primeira e segunda guerra mundial, foram criados vários métodos para cifrar, entre as quais a máquina Enigma. Com o aparecimento dos computadores, a criptografia teve um desenvolvimento enorme, onde a matemática dos números primos passou a ter um papel fundamental. Nesta palestra estudaremos também os sistemas RSA e ElGamal e iremos levantar o véu desta ciência de segredos."

Um tema que conquistou a atenção dos alunos do ensino secundário, o público alvo desta ação de promoção do conhecimento científico. 

O nosso agradecimento ao Ex.mo Professor Paulo Almeida, pela disponibilidade e partilha de conhecimento que nos dedicou neste dia.















quinta-feira, 24 de maio de 2018

9.º Aniversário da Comunidade de Leitores "Chá com letras"

Foi no dia 23 de maio que celebramos mais um aniversário da nossa comunidade de leitores.
Nove anos de encontros e leituras, que recordamos numa sessão de leitura e convívio que terminou com a habitual chávena de chá e em dia especial, com um bolo de aniversário, para conversar sobre a leitura do conto "Paternidade", do livro "Contos do dia e da noite" do escritor Domingos Monteiro

Apresentamos uma mensagem de gratidão para com a orientadora de leituras desta Comunidade de Leitores, professora Maria José Areal, que voluntariamente se dedica a investigar os  autores de literatura portuguesa, o contexto literário, histórico e social das suas obras, para partilhar o seu conhecimento e gosto pela descoberta da nossa literatura, transformando as sessões semanais de leitura num momento de descoberta e convívio a partir da leitura em voz alta.
Bem hajam todos os que tornam possível que a nossa biblioteca divulgue e promova a leitura de forma livre e gratuita, basta aparecer na Biblioteca Municipal à quarta-feira, pelas 15h00.

A comunidade de leitores interrompe a sua atividade apenas nas férias de Natal, Páscoa e um período do Verão.

Partilhamos a leitura de um poema que lemos nesta sessão:

Nunca senti passar o tempo... Nunca!
Nunca o tempo jamais me perturbou...
E as folhas secas com que o Outono junca o chão
Sem mágoa ao próprio vento as dou,

Nunca senti passar o tempo... e agora
Do meu desdém, o tempo se vingou
E só por ti minh'alma se enamora
Humildemente, do que já não sou.

Oh minha ardente mocidade, volta!
Por um momento só. Que eu viva apenas
Esse momento... e possa merecê-la.

Que humildemente aceito, sem revolta,
Todas as dores, meu Deus! Todas as penas
E até a maior pena... a de perdê-la!


Domingos Monteiro (não publicado) dedicado a sua esposa, D. Ana Maria